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sábado, 26 de setembro de 2009

domingo, 20 de setembro de 2009

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

quarta-feira, 25 de março de 2009

Aparecida do Norte recebe encontro de Maverick 24/03/2009



Trata-se da primeira edição do Maverick Power Tour, no último sábado (21). O evento foi organizado pelo Maverick Clube do Brasil e reuniu mais de 45 carros que vieram de São Paulo, Rio de Janeiro e outras cidades próximas à Basílica de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida do Norte (SP), onde os carros foram benzidos.A carreata é uma reedição da Power Tour norteamericana, que acontece desde 1995 e vai de Los Angeles a Norwalk, com a participação de quase 4.000 automóveis clássicos, hot rods e outros veículos especiais. Saímos de São Paulo por volta das 8h30 da manhã com uma fileira de carrosAo longo da Rodovia Ayrton Senna, os carros passavam pela carreata e as pessoas não ficavam indiferentes.




Alguns reclamavam da lentidão dos ‘carros velhos’, mas a maioria, paciente, sorria e acenava, quando não fotografava. As pessoas de mais idade eram as que mais olhavam e puxavam na memória a época em quem o ‘muscle car brasileiro’ povoou as ruas e os sonhos da juventude dos anos 70. Nos pedágios, outra bagunça. A fila de motoristas de Mavericks esperando para pagar e os funcionários correndo para sacar seus celulares com câmera e registrar o momento único.

A professora Nídia Saraiva e 'Romeu', seu Maverick Super 1976
No meio de tantos veículos, um chamava a atenção. Não tinha o escapamento barulhento como o de alguns ou a cor chamativa de outros. Era um bege, de quatro cilindros, desgastado pelo tempo, mas conservado com zelo por sua dona. Isso mesmo, no feminino. A professora universitária Nídia Saraiva ganhou o modelo Super 1976 de seu pai, o primeiro dono.

O carro foi logo apelidado de Romeu, pois fzia companhia na garagem para a Julieta, um Fiat 147 Pick-Up. ‘Sempre faço questão de manter o carro original, mas também tenho orgulho das marcas do tempo que ele carrega, como o painel rachado’, disse. Quando perguntada se venderia o carro, ela foi enfática. ‘Já me ofereceram muito dinheiro por ele, mas não vendo de jeito nenhum’.Já na cidade de Aparecida do Norte (SP), 45 Maverick ocuparam uma área reservada na Basílica de Nossa Senhora Aparecida. Os romeiros, que foram ver a missa, fazer ou pagar promessas e comprar bugigangas no shopping local, acabaram fascinados pelos antigos. Um rapaz, que acompanhava sua família
culto católico, preferiu ficar perto dos carros, a contragosto de seus pais. No local, também apareceram outros modelos como um Ford Mustang, um Aero Willys e o
nacional Santa Matilde.



O encontro foi o maior do Brasil, segundo a organização. Segundo Rodrigo Lombardi, presidente do Maverick Clube do Brasil, o evento será repetido em outras localidades. ‘Os donos do carro eram desorganizados em São Paulo.Vamos, então, tentar juntá-los cada vez mais e oficializar o clube para fazer outras viagens, porque carro antigo não é para ficar parado’, disse.

domingo, 1 de março de 2009

Ford Maverick GT Fase I

Em 20 de Junho de 1973 é lançado o Ford Maverick duas portas versões Super, Super Luxo e GT. O Super e Super Luxo vinham com seis cilindros em linha de 3.016 cm3 com 112 HP (SAE) que era na verdade ume evolução do velho propulsor Aero-Willys. A transmissão de quatro marchas à frente, tinha alavanca na coluna de direção, porém facilmente adaptável ao assoalho.


O GT, versão esportiva e mais cara da linha era equipado com um V-8 de 30 polegadas cúbicas (4.950 cm3) e 197 HP (SAE) de procedência norte-americana, tendo sido inclusive utilizado em algumas versões do lendário Mustang.Com câmbio manual de quatro marchas e alavanca no assoalho, sobre o túnel central, o V-8, alimentado por capturador de corpo duplo, era disponível opcionalmente também para as outras versões. Sobre esse motor existe um fato interessante. Foi produzido na fábrica da Ford em Dearbon, Michigan, nos EUA e todos os destinados ao Maverick brasileiro teriam sido de lá. Mas, por aqui chegou a ser chamado também de “canadense”, porque a exportação para o Brasil era efetuada através de Windsor, no Canadá. Ou seja, o 302-V8 chegavam aqui vindos do Canadá, mas era mesmo “Made in USA”. Para o mercado norte-americano, existiu realmente o motor denominado “302 Windsor”, aplicado em algumas versões do Mustang, mas nunca foi enviado à Ford brasileira para equipar o “nosso” Maverick.


Como a versão esportiva da linha Maverick,m o GT trazia muitos detalhes diferenciados e exclusivos. Externamente, faixas decorativas pretas no capô, laterais e traseira. No ressalto central do capô, pintura preto-fosco, contornada por um filete, até o friso inferior do pára-brisa. Nas laterais, as faixas eram adesivas, aplicadas logo abaixo do vinco da carroceria, interrompidas pelas aberturas das rodas, e sempre envolvidas por filetes. Na frente próximo ao pára-choque, as faixas traziam vazadas, em ambos os lados, a identificação “302-V8” (na cor do carro).

A pintura em preto-fosco abrangia também o painel traseiro, entre a tampa do porta-malas e o pára-choque, e um filete horizontal percorria toda a parte inferior da aba da tampa do porta-malas, prolongando-se aos contornos laterais da traseira. A grade dianteira do GT, na cor preta,de plástico com elementos horizontais e verticais com emblema “GT” ao centro referendo aos Maverick GT Fase I, bem como as características de ter no capô pinos cromados e presilhas, para evitar a sua eventual abertura indesejada com o veículo em movimento. Nas laterais dos pára-lamas dianteiros o logotipo “Maverick” cromado, seguido da plaqueta metálica retangular contendo bandeira quadriculada e as letras “GT” em fundo vermelho.
O espelho retrovisor externo com carenagem em forma de cone também em preto fosco, completava o visual esportivo. As colunas das portas e janelas basculantes traseiras, bem como as calhas de chuva nas laterais o teto, eram cobertas com moldura de aço inoxidável, como na versão Super Luzo. AS rodas e pneus do Maverick GT fase I eram também exclusivas sendo com aro de 14 polegadas e a tala 6 polegadas (de 5 nas outras versões), as rodas vinham com pneus Firestone Wide Oval D70 S14, com letras salientes, porém do tipo convencional (diagonal). As calotas de aço escovado, com as letras “FORD” (três vezes) formando círculo, e contornadas por um rebaixo em preto-fôsco (como as letras) eram as mesmas do Maverick Super (básico),. Mas o GT apresentava também sobre aros, igualmente de aço escovado encobrindo as bandas das rodas. Internamente o GT era semelhante ao Super. No painel a diferença é o conta-giros instalado na coluna de direção, e a plaqueta “GT” na tampa do porta-luvas.


O volante de dois raios, também era o mesmo da versão Super, porém com o contorno revestido de material plástico para melhor empunhadura. O Gt. vinha com bancos dianteiros individuais de encostos que chegavam até a altura dos ombros, o revestimento em padrão curvim preto, igual ao modelo Super com a parte central de textura mais rugosa e costuras formando gomos horizontais.Entre os bancos um console com porta-objetos aberto contendo relógio elétrico sanfona de borracha com camadas retangulares envolvendo a alavanca de câmbio e ainda na console a frente da alavanca de câmbio a tecla de acionamento dos faróis de neblina. Na manopla da alavanca uma plaqueta metálica indicando as marchas. Outro fato curioso é o fato que para retirar as chaves do contato é preciso engatar a ré para fazer a retirada da chave deixando a alavanca de câmbio e volante travados. A parte interna inferior do GT era revestida de material do tipo buclê em preto, como no Super Luxo e a forração interna do teto totalmente de plástico na cor preto.

Na época do lançamento o Maverick GT custava Cr$ 40.000,00, o que na época representava quase o dobro de um corcel cupê Standard, tambémCALCULO PARA TAXA DE COMPRESSÃO

Cylinder Head Volume (cc) :original nacional de camara pequena 58, se for de camara grande 64;
Piston Head Volume (cc) = dado fornecido pelo fabricante Gasket Thickness (in.) = (.041 ou .039) fel-pro (.038) mr gasket
Gasket Bore (in.) = 4.100
Cylinder Bore Diameter (in.)
=
4.000 (adicionar a medida que seu bloco vai, mas no caso do 302 é quase certo que va para 4.040)Deck Clearance (in.) =
altura que sobra do deck do motor com o piston em pms, se fizer zero deck = 0.001, se não vai depender do seu pistons e bielas, como tb do eixo (stroker ou original), se der algum passe na face do bloco...
Stroke (in.) = 3.00 para 302, 3.25 para 331, 3.4 para 347
abdc:
vai depender do seu comando.